8 - Escolaridade média

Elevar a escolaridade média da população de 18 a 29 anos, de modo a alcançar no mínimo 12 anos de estudo no último ano de vigência deste Plano, para as populações do campo, da região de menor escolaridade no País e dos 25% mais pobres, e igualar a escolaridade média entre negros e não negros declarados à Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Objetivo 1: Aumentar até 2024 para, no mínimo, 12 anos a escolaridade média das seguintes populações entre 18 e 29 anos:
Residente no campo;
Residente na região com menor escolaridade no País, que é o Nordeste;
Pertencente aos 25% mais pobres do Brasil

Resultado parcial: Em 2015, a escolaridade média da população de 18 a 29 anos:
Que morava no campo era de 8,3 anos .
Que morava no Nordeste: 9,3 anos.
Que fazia parte dos 25% mais pobres: 8,5 anos.

Objetivo 2: Igualar a escolaridade média dos negros e não negros
Resultado parcial: Em 2015, a escolaridade média da população negra era de 9,5 anos, mesma quantidade dos pardos. Entretanto, os brancos estudam cerca de 10,8 anos.

Desafios: Para reduzir, de fato, a desigualdade, é preciso que a Educação oferecida à toda população adquira os mesmos (e melhores) padrões de qualidade.

Elevar a escolaridade média da população de 18 a 29 anos, de modo a alcançar no mínimo 12 anos de estudo no último ano de vigência deste Plano, para as populações do campo, da região de menor escolaridade no País e dos 25% mais pobres, e igualar a escolaridade média entre negros e não negros declarados à Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Um dos objetivos da meta 8 do Plano Nacional de Educação (PNE) é elevar a escolaridade média - no mínimo até 12 anos - da população de 18 a 29 anos do campo até o ano de 2024. A partir dos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), este indicador mostra os anos de estudo da população desde 2001. Em 2015, a escolaridade média do brasileiro atingiu 10,1 anos.

Ainda em 2015, a população de 18 a 29 anos que reside no campo atingiu, na média, 8,3 anos de estudo. Esta média apresentou um aumento desde 2001, crescendo 3,6 anos de estudo, nos últimos 14 anos. No entanto, mesmo que esse ritmo positivo seja mantido, a meta possivelmente não será cumprida em 2024.

Ao destacar os anos de estudo da população que vive nas cidades, a escolaridade média é mais alta. Apesar de ter crescido menos (2,1 anos), a média nacional da população urbana de 18 a 29 anos atingiu 10,3 anos de estudo em 2015.

A região brasileira que possui maior média de anos de estudo na localidade rural em 2015 é a região Sul, com 9,5 anos. Em seguida, as regiões Sudeste e Centro-Oeste apresentaram escolaridade média similar, com respectivamente 9,0 e 8,9 anos de estudo. O Nordeste e o Norte possuem ambos uma escolaridade na zona rural de 7,9 anos de estudo.

Até 2004, a Pnad não era realizada na área rural da região Norte. Portanto, até 2003, não há dados para esse local.

Fonte: IBGE/Pnad

Elaboração: Todos Pela Educação

Indicadores auxiliares

Fonte: IBGE/Pnad

Elaboração: Todos Pela Educação

estratégia da meta


  • Correção de fluxo

    Institucionalizar programas e desenvolver tecnologias para correção de fluxo, acompanhamento pedagógico individualizado, recuperação e progressão parcial, bem como priorizar estudantes com rendimento escolar defasado, considerando as especificidades dos segmentos populacionais considerados.

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  • Educação de Jovens e Adultos

    Implementar programas de Educação de jovens e adultos para os segmentos populacionais considerados, que estejam fora da escola e com defasagem idade-série, associada a outras estratégias que garantam a continuidade da escolarização, após a alfabetização inicial.

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  • Acesso a exames de certificação

    Garantir acesso gratuito a exames de certificação da conclusão dos ensinos fundamental e médio.

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  • Educação profissional técnica

    Expandir a oferta gratuita de Educação profissional técnica por parte das entidades privadas de serviço social e de formação profissional vinculadas ao sistema sindical, de forma concomitante ao ensino ofertado na rede escolar pública, para os segmentos populacionais considerados.

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  • Monitoramento do acesso

    Promover, em parceria com as áreas de saúde e assistência social, o acompanhamento e o monitoramento do acesso à escola específicos para os segmentos populacionais considerados, identificar motivos de absenteísmo e colaborar com os Estados e os Municípios para a garantia de frequência e apoio à aprendizagem, de maneira a estimular a ampliação do atendimento desses estudantes na rede pública regular de ensino.

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  • Busca ativa

    Promover busca ativa de jovens fora da escola pertencentes aos segmentos populacionais considerados, em parceria com as áreas de assistência social, saúde e proteção à juventude.

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