Educação integral

Por Itaú Social, 18 nov, 2018

A Educação Integral ganhou espaço na agenda brasileira, no contexto de um projeto democrático de sociedade, voltado à melhoria da qualidade do ensino público e à superação das desigualdades. Surgiram iniciativas diversas, impulsionadas por governos e organizações da sociedade civil, que objetivam propiciar a crianças e adolescentes múltiplas oportunidades de aprendizagem por meio da ampliação do acesso à cultura, à arte, ao esporte, à ciência e à tecnologia.

 

O lançamento do Programa Mais Educação, em 2007, pelo MEC, representou um marco importante para o fortalecimento da Educação integral na história do país. De acordo com esta meta 6 do Plano Nacional de Educação, as administrações públicas deverão rever ou elaborar planos municipais de Educação de acordo com a realidade local, pautadas pelas metas que serão estabelecidas para os próximos dez anos, entre elas a extensão da oferta de Educação integral a 25% dos alunos das escolas de Educação Básica.
   

Na prática, fazer Educação integral é algo novo, que o Brasil todo está aprendendo. A ampliação da oferta de Educação integral com melhoria de qualidade pela rede pública prevê uma compreensão mais avançada de gestão participativa. Para desenvolvê-la, é necessário identificar as propostas que já estão em curso em cada município, mapear espaços subaproveitados e ociosos que podem ser utilizados para expor crianças e adolescentes a situações de ensino, formar parcerias com projetos, ONGs e universidades. É necessário instituir fóruns para pensar conjuntamente as necessidades de cada município e tornar a cidade co-responsável pelo projeto.